Existem SITUAÇÕES que a JUSTIÇA não leva em conta na hora de DIVIDIR o patrimônio
- Isadora Balem
- 27 de jul.
- 1 min de leitura

No divórcio, muita gente ainda acredita que a Justiça decide com base em culpa, traição, quem “foi melhor” dentro do casamento.
Mas na prática, não é assim que funciona.
Por isso, entender os seus direitos antes de tomar qualquer decisão faz toda diferença no processo, aqui vão alguns exemplos do que não afeta a partilha:
a) Traição: a traição pode ter consequências emocionais, financeiras e impactar na definição da convivência dos filhos, mas não afeta a sua meação no divórcio. Caso a traição tenha sido pública, gerado sequela físicas (a exemplo de IST´s) ou outras particularidades, é possível ajuizar uma ação autônoma de indenização por danos morais e materiais.
b) Quando o regime é de comunhão parcial ou universal de bens, não importa se um dos ccônjuges pagou mais pelo bem;
c) Se o imóvel está em nome só de um: o nome no registro importa, mas não define sozinho a propriedade. O regime de bens e a origem do patrimônio precisam ser analisados.
d) Quem saiu de casa primeiro: siar do imóvel não significa abrir mão dos bens, especialmente se há violência.
e) Se houve violência: infelizmente não altera a partilha dos bens (definida pela lei), mas pode gerar indenização, processo criminal e medidas protetivas de urgência.
Nem tudo que aconteceu no casamento altera a partilha, mas alguns fatos podem gerar OUTRAS consequências.
Você sabia disso?


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